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10 filmes para ver no Dia do Orgulho LGBT+

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Categoria: Blog
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Na madrugada do dia 28 de junho de 1969, grupos de gays, lésbicas, drag queens e transexuais se reuniram no Stonewall Inn para curtir a noite. O bar era um dos únicos locais na cidade de Nova Iorque que comercializava bebidas para o público. Na época, não era um ato criminoso ter relações homoafetivas ou ser transexual (basicamente, ser LGBT), mas os locais que vendiam bebidas para esse público eram frequentemente multados.

Na noite, uma batida policial inesperada – visto que o local era controlado por uma máfia que pagava as delegacias da região para não interditar o espaço – levou alguns frequentadores. Entre eles travestis e drag queens, e os proprietários do bar para a prisão. Isso gerou uma grande revolta: a Revolta de Stonewall.

O ato contra a ação policial, que começou com moedas sendo atiradas contra os policiais, transformou-se em uma verdadeira revolta. Os manifestantes passaram a jogar pedras, garrafas, levantar barricadas e incendiar carros, e essas manifestações duraram três dias e noites.

Um ano depois, um grupo de cerca de 2 mil pessoas se reuniram para o que seria a primeira Parada do Orgulho LGBT+. No Brasil, a primeira parada ocorreu no Rio de Janeiro, em 1995, e somente em 1997 a cidade de São Paulo teve a primeira edição da sua própria Parada do Orgulho LGBTQIA+, hoje considerada a maior do tipo no mundo – em 2019, foram mais de 3 milhões de pessoas na Avenida Paulista.

Muitos avanços foram conquistados para os LGBT+ nos últimos anos, incluindo o direito ao casamento homoafetivo, a adoção por casais do mesmo sexo, o direito ao uso do nome social por pessoas trans e travestis e a própria cirurgia de redesignação sexual para as mulheres trans.

Pensando na importância da data, da luta e das histórias que nos comovem todos os dias, separamos uma lista super especial, com filmes para se ver no Dia do orgulho LGBT+. Além disso, fizemos também um post com séries que têm a mesma temática. Esperamos que vocês gostem. 🙂


A Morte e a Vida de Marsha P. Johnson

Marsha P. Johnson foi uma travesti negra e a principal líder da Revolta de Stonewall. Ela impediu o aprisionamento de diversos frequentadores do Stonewall Inn na fatídica noite da batida policial, além de ter participado de comícios e atos que se iniciaram nos EUA logo após o ocorrido.

Entretanto, a “Rosa Parks do movimento LGBT”, como já foi chamada, teve uma morte vista com muita desconfiança até hoje. “A Morte e a Vida de Marsha P. Johnson” é um documentário que narra não só a vida da ativista, como também traz relatos de pessoas que conviveram com Marsha. Além de ter diversos cortes com seus discursos, investiga a sua morte suspeita e questionada até hoje pelos LGBT+.

Disponível na Netflix.


Moonlight: Sob a Luz do Luar

Ganhador do Oscar de Melhor Filme em 2017, Moonlight é considerado um dos melhores filmes do século. Além de ser o primeiro filme com temática LGBT+ a levar o prêmio mais importante do cinema, foi também a primeira película com um elenco completamente negro a conseguir tal feito.

O filme narra a vida de Black, um jovem negro que lida com as descobertas da vida, seus embates e sua perspectiva de futuro. Com o passar do tempo, ele vai percebendo cada dia mais sua sexualidade, enquanto lida com o ambiente em que vive – sua mãe é viciada em drogas e, desde criança, foi criado por um traficante que se solidariza com seus problemas,

È uma história muito bonita que traz os recortes mais variados, desde o machismo e a homofobia da sociedade ao racismo e classismo que as pessoas dos subúrbios enfrentam nos Estados Unidos.

Disponível na Netflix.

 


O Segredo de Brokeback Mountain

O Segredo de Brokeback Mountain é citado até hoje como um dos filmes mais importantes do cinema da década passada. Na trama, dois vaqueiros do Oeste dos Estados Unidos se apaixonam secretamente, e precisam lidar com seus desentendimentos românticos, sexuais e sentimentais. A história mostra desde o seu primeiro encontro aos episódios futuros, 18 anos depois.

É um filme emocionante e que causou muita controvérsia na época – tanto pelas pessoas que tentaram boicotar o vídeo quanto pelo sucesso de bilheteria e crítica. No Oscar de 2006, era o filme mais cotado pela crítica para levar o prêmio de Melhor Filme. Perdeu para Crash – e então começou uma grande discussão acerca da homofobia por parte da Academia. Mesmo assim, dos 9 prêmios que concorreu, levou 3.

Disponível no Telecine.

 


A Garota Dinamarquesa

Lili Elvenes foi uma mulher transexual nascida em Copenhagen, na Dinamarca, e conhecida por ser uma das primeiras pessoas a passar por uma cirurgia de redesignação de sexo. A Garota Dinamarquesa, baseado em um livro do mesmo nome, narra de forma fictícia a história da vida de uma das figuras mais emblemáticas na luta das pessoas T (transexuais, travestis e transgêneros) da história.

O filme narra desde a “descoberta” da transexualidade à realização da sua cirurgia (ela foi a primeira pessoa a receber um transplante de útero na história). Ainda que tenha sido um sucesso de bilheteria e tenha recebido avaliações moderadas da crítica – incluindo quatro indicações ao Oscar, – também foi duramente criticado. Primeiro, o filme se baseia em uma história pouco verossímil e romantizada da vida de Lili. Segundo, por não só deixar fatos importantes de sua história de lado, como também por trazer um artista cisgênero no papel de um personagem transexual.

De qualquer forma, é uma história bonita e dolorida para que possamos entender, ainda que de longe, a dura realidade das pessoas transexuais ao longo da história.

Disponível no Telecine.

 


Tomboy

Tomboy é um dos filmes mais incríveis da temática LGBT justamente por deixar a leitura dos personagens nas mãos do espectador. Laure, personagem principal, é uma criança de 10 anos com muitas dificuldades em fazer amigos e socializar com outras crianças no novo bairro para o qual se mudou.

Um dia, ela vê um grupo de meninos brincando pela janela, mas quando sai para encontrá-los, eles já tinham ido embora. Nesse momento ela conhece Lisa, que a vê como um menino, e a partir de então ela começa a viver uma vida dupla, em que os seus amigos a veem como Mickael, enquanto para sua família ainda é Laure.

É um filme extremamente impactante e sutil. Não sabemos se Laure é uma criança transgênero, lésbica ou apenas uma criança. O filme é maestral justamente por isso – afinal, no fim nos encantamos pelos personagens, e não por seu gênero ou sexualidade, como deveria ser no nosso cotidiano.

DIsponível no Telecine.

 


> Dia do Cinema Brasileiro: os melhores filmes para assistir <


Carol

Filmes com temática lésbica são raros nos grandes circuitos de cinema. Carol foi um sucesso de crítica e bilheteria quando foi lançado: sua exibição no Festival de Cannes foi aplaudida de pé por mais de 10 minutos, e foi o filme melhor avaliado de 2015.

Ambientado nos anos 50, conta a história de Carol, uma mulher no processo de divórcio de Harge, seu marido e pai de sua filha. Além de tratar dos nuances da separação (e uma traição), mostra o envolvimento de Carol com uma mulher jovem após seu divórcio.

Seu ex-marido descobre a relação das duas e ameaça tirar a guarda da filha do casal de Carol, que precisa refletir qual futuro quer para si e sua nova relação. É um filme que aborda não só os preconceitos contra uma mulher bissexual, como também o machismo e jogos de poder que as mulheres enfrentam nas suas relações amorosas.

Disponível na Netflix.

 


Me Chame Pelo Seu Nome

Baseado no livro homônimo de André Aciman, Me Chame Pelo Seu Nome conta a história de Elio, um adolescente de 17 anos que se envolve com Oliver, um rapaz de 24 anos. O filme trabalha com diversos recortes, desde a diferença de idade entre os dois até as descobertas progressivas de sexualidade e as mudanças que esse encontro causarão na vida dos dois.

“Me Chame Pelo Seu Nome” foi um sucesso de crítica e bilheteria, sendo um dos filmes mais bem avaliados de 2017 e lucrando mais de US$ 40 milhões, mais de 10x o valor do seu orçamento.

Disponível no Telecine.

 


Paris Is Burning

1990 foi, definitivamente, o ano de vogue – um estilo de dança que era a base dos grandes bailes LGBT+ nos Estados Unidos. Além do sucesso estrondoso da música de Madonna, foi o ano em que Paris Is Burning foi lançado.

O documentário, gravado ao longo da década de 1980, mostra a vivência dos LGBTQIA+ na cidade de Nova Iorque. O público, que sofria diversos preconceitos, reunia-se aos fins de semana nos bailes – os ballrooms – lugares em que performances de dança, desfiles de moda e outras manifestações artísticas eram não só livres, como incentivadas.

É um documentário histórico – foi colocado na Biblioteca do Congresso estadunidense em 2016 por ser “cultural, histórico ou esteticamente significante – que inspirou séries como Pose e o reality show “RuPaul’s Drag Race”.

Disponível no YouTube.

 


Azul é a Cor Mais Quente

Adele, personagem principal do filme, é uma adolescente-quase-adulta que se apaixona por Emma, aspirante a pintora com seu chamativo cabelo azul. As duas começam uma relação tímida e desenvolvem cada vez mais sentimentos uma pela outra, e “Azul é a Cor Mais Quente” acompanha o desenvolvimento da relação.

Trata não só do amadurecimento das personagens, mas das descobertas sexuais e afetivas de ambas. Ganhador do Palma de Ouro no Festival de Cannes, gerou polêmicas pelas cenas sexuais e por relatos do elenco contra a produção, incluindo o diretor. É um daqueles filmes que extrapolam as discussões por conta das cenas – e é justamente isso que o torna tão interessante e necessário.

Disponível no YouTube.

 


Meu Nome é Ray

Com o título original de “3 Generations” (3 Gerações, em tradução livre), Meu Nome é Ray conta a história de um jovem transexual que está no seu processo de transição de gênero. Ele vive com sua mãe e sua avó, que é lésbica, e enfrenta não só indecisões em sua casa – sua avó acha que ele deveria viver apenas como uma mulher lésbica – como o empecilho de conseguir a autorização de seu pai. O problema é que seu pai é ausente, e a aproximação dos dois é complicada.

O filme aborda não só a transgeneridade do personagem, como também os embates geracionais e problemas familiares. É um filme incrível, com um elenco de tirar o chapéu, tendo nomes como Ella Fanning e Naomi Watts.

Disponível na Netflix.


 

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