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10 séries para ver no Dia do Orgulho LGBT+

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Categoria: Blog
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Como falado anteriormente, o dia 28 de junho é considerado o Dia do orgulho LGBT+ em todo o mundo. Relacionado com a Revolta de Stonewall, um dos primeiros levantes que trouxeram visibilidade à causa, a data é um dia de reflexão para entendermos de quais formas tornamos o nosso dia a dia mais inclusivo e seguro para todas e todos.

Depois do nosso post elencando 10 filmes com temática LGBT+, selecionamos 10 séries que tratam – de forma direta ou indireta – sobre a vivência desse público, seja no presente ou no passado. Vale lembrar que não foram somente os últimos 50 anos que marcaram a luta contra a LGBTfobia no Brasil e no mundo.

A história do movimento LGBT, mesmo que sem esse nome, é tão antiga quanto à própria existência humana. Cada dia mais se descobre sobre personagens marcantes da nossa história, sua sexualidade e grandes acontecimentos que mostram os preconceitos que as pessoas sofreram ao longo da vida.

Conhecimento nunca é demais e esperamos que as séries e filmes listados por nós despertem uma faísca para que procurem entender cada dia mais a vivência e a luta das pessoas LGBT. Olha só a nossa lista incrível de séries:

 


Pose

Criada por Ryan Murphy, responsável por produções como American Crime Story e Glee, Pose marcou história desde a sua estreia. A série com o maior elenco transexual, travesti e transgênero da história é também uma das produções mais aclamados dos últimos anos.

Com duas temporadas, narra a vivência de pessoas relacionadas aos ballrooms nos Estados Unidos nos anos 1980 e 1990. Fala não só sobre os preconceitos estruturais, como as violências diárias e físicas que os personagens sofrem, mas mostra também a união das pessoas que sempre foram marginalizadas. Se você já ouviu Vogue, da Madonna, essa série conta a vida das pessoas que fizeram desse movimento um sucesso global.

Dos feitos da série, recebeu elogios grandiosos da crítica e foi indicada à diversos prêmios, como o Globo de Ouro e o Emmy, o prêmio mais importante da TV. Aliás, Billy Porter, um dos protagonistas da série, foi o primeiro homem negro gay indicado à categoria de Melhor Ator.

Disponível na Netflix.

 


Euphoria

A honestidade de Euphoria ao tratar do cotidiano dos seus personagens é surpreendente. A série narra a história de Rue, uma jovem com problemas relacionados à drogas que tem relacionamentos conturbados dentro e fora de casa.

Ao voltar ao colégio, conhece Jules, uma garota transexual que se torna cada dia mais sua amiga e companheira. Porém, nas loucuras que fazem juntas, as duas acabam se envolvendo e vivendo um romance-amizade conturbado, mas divetido.

É incrível a forma da série retratar não só a vivência problemática e abusiva dos jovens, como também os nuances das sexualidades. O fato de Jules, por exemplo, ser uma garota transexual e ter interesses românticos em Rue mostram como gênero e orientação sexual não estão relacionados – e que pessoas trans podem, também, ser bi ou homossexuais. Viva a diversidade humana!

Disponível na HBO Go.

 


True Blood

True Blood foi uma das produções mais premiadas e aclamadas da HBO na década passada. A série acompanha um grupo de vampiros que depois de passarem anos na ilegalidade, finalmente podem interagir com a sociedade.

Mas o que isso tem a ver com LGBT+? Antes de tudo, existem vários personagens LGBT+ na série, sendo uma das grandes produções do século a trazerem personagens tão fluidos sexualmente. Além disso, a própria trama pode ser associada com a luta LGBT – o próprio autor admitiu o paralelo.

Ao longo do seriado, eles enfrentam preconceitos por parte da população. Frases como “sair do caixão” podem ser colocadas como paralelo ao famoso “sair do armário”. Além disso, existem manifestações como “God Hates Fangs” (“Deus odeia presas”), frase que pode ser associada ao “God Hates Fags” (“Deus odeia bixas”, em tradução livre). É uma série incrível, divertida e histórica.

Disponível na HBO Go.

 


Orange Is The New Black

Lançada em 2013, Orange Is The New Black tornou-se a série mais assistida da história da Netflix. Piper, a personagem principal, vai parar numa prisão feminina e lá encontra as mais diversas vivências.

Além da protagonista ser uma mulhrr bissexual, ela se envolve com a sua própria ex-namorada na prisão, além de conviver com diversas pessoas. A cabeleireira Sophia Burset, por exemplo, é uma mulher transgênero. Interpretada por Laverne Cox, a série se tornou não só a primeira do tipo a colocar uma personagem transgênero intepretrada por uma mulher trans, como rendeu à Lavene uma indicação ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante. Foi a primeira vez que uma atriz trans recebeu uma indicação em categoria de atuação.

Se você gosta de comédia e de drama, Orange Is The New Black é a série perfeita. Os personagens são densos, a história é incrível e o recorte das histórias de mulheres fortes e plurais é de tirar o chapéu.

Disponível na Netflix.

 


RuPaul’s Drag Race

RuPaul é uma das figuras mais icônicas nos Estados Unidos. A drag queen mais famosa do mundo já teve seu próprio programa de entrevistas na TV e, em 2009, estreou “RuPaul’s Drag Race”. O reality show é uma competição entre drag queens que competem pelo título de “próxima super-estrela drag estadunidense”.

Considerado um marco na televisão mundial, o reality já teve 12 temporadas incríveis e rendeu alguns spin-offs, incluindo uma versão britânica e outra tailandesa. Mostrando não só a beleza da arte drag como também as diferentes vivências das queens, é uma produção que mistura humor, relatos reais e, claro, a excelência da arte drag. Indispensável!

Disponível na Netflix.

 


Queer Eye

Um reality show extremamente divertido, Queer Eye é a junção de drama e mãos à obra. O reality acompanha um grupo de pessoas diversas que interferem na vida de pessoas reais e comuns e não só ajudam a melhorar sua vida, como também abordam discussões importantes que tratam de sexismo e homofobia, por exemplo.

Ao levar pessoas com problemas com sua própria imagem ao salão de beleza, ao organizarem as casas e espaços de trabalhos de profissionais, etc, levantam discussões importantes. Vários dos personagens que recebem “intervenção” são preconceituosos e, ao longo do contato com a equipe da série, vão desmistificando o seu preconceito.

É um retrato muito bonito da riqueza do contato humano. E é uma série que merece ser vista rapidamente: são 5 temporadas com 8 episódios, em média, cada.

Disponível na Netflix.

 


Hollywood

Outra produção de Ryan Murpy, Hollywood estreou em 2020 e fez um baita sucesso. A série mostra a luta de artistas aspirantes – atores, produtores, diretores – na Hollywood dos anos 1960.

Não só um retrato do glamour cinematográfico da época, a série trata de diversas questões envolvendo preconceitos. A sexualidade dos atores e atrizes, os favores sexuais e racismo são alguns dos temas polêmicos abordados. Mas alguns acontecimentos geram um incentivo de mudança nos personagens, que lutam por tornar o lugar mais inclusivo e justo.

A batalha pelo reconhecimento da sua liberdade sexual e o fim do racismo são pautas presentes ao longo dos sete episódios da série, que certamente vai te emocionar e divertir. Ryan Murphy é um gênio e ninguém pode negar.

Disponível na Netflix.

 


Transparent

Produzida pela Amazon Prime Videos, Transparente foi um sucesso de crítica e público desde seu lançamento, em 2014. A história gira em torno de Maura, uma mulher transexual que faz sua transição já mais velha, depois de seus três filhos já estarem mais velhos.

Narrando a história conturbada de sua transição, a aceitação da família e os preconceitos diários, a série foi muito bem recebida pela beleza das relações e discussões levantadas ao seu decorrer. Ainda que a personagem principal fosse interpretada por um homem cisgênero, ou seja, um homem que nasceu e se identifica com o sexo masculino, o que gerou polêmicas, foi um grande marco nas produções de seriados que abordam temáticas LGBTQIA+.

Disponível na Amazon Prime.

 


American Horror Story

American Horror Story não trata diretamente de problemas ou vivências de personagens LGBTQIA+, mas todas as suas temporadas trazem personagens que se identificam com a sigla.

A segunda temporada, por exemplo, é ambientada em um manicômio, onde uma de suas principais personagens – interpretada por Sarah Paulson, uma atriz assumidamente bissexual – é colocada lá por sua sexualidade desviada. Além disso, diversos atores e atrizes da série são considerados ícones LGBT+.

Mais uma produção de Ryan Murphy, American Horror Story tem 9 temporadas. A segunda temporada, Asylum, é um retrato incrível da vivência dos LGBT+ em meados do século passado – claro que com as boas doses de fantasia e terror que AHS tem.

Disponível no Globoplay e na Amazon Prime.

 


The L World

Em 2004, poucas produções televisivas abordavam a sexualidade feminina da forma como The L World fazia. A série acompanhava um grupo de amigas lésbicas, bissexuais e transgêneros e seu cotidiano e relações. Ambientada em Nova Iorque, tinha quês de Sex & the City, mas com muito mais profundidade nas personagens.

Um marco na televisão mundial, The L World rendeu 6 temporadas, dois spin-offs e acumulou milhares de fãs pelo mundo. Foi indicada a diversos prêmios, incluindo Emmy Awards e o Satellite Awards, duas das principais condecorações televisivas.

Disponível na Amazon Prime.

 

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